Sistema técnico ativo EXC / Technical Intelligence
Excelência Consultoria e Treinamento
EXC / Occupational Safety Intelligence

Segurança do trabalho exige
risco compreendido e controle aplicado.

Estruturamos soluções técnicas para apoiar organizações na identificação de perigos, avaliação de riscos, controle das exposições e gestão de evidências ocupacionais, conectando requisitos técnicos à realidade operacional.

Occupational Risk / Control Overview Gestão preventiva ativa
Perigo
identificado
Risco
avaliado
Evidência
registrada
Controle
aplicado
Melhoria
acompanhada
Exposição
crítica
Conforme
Controle ativo ou requisito atendido.
Atenção
Item que exige análise ou acompanhamento.
Risco
Não conformidade ou exposição potencial.
EXC • OCCUPATIONAL SAFETY SYSTEM • 2026
ST.01 / PGR & GRO
Risk Management System / NR-01

Gerenciar riscos é transformar identificação em ação preventiva contínua.

O Gerenciamento de Riscos Ocupacionais (GRO) organiza o processo de prevenção. O Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) materializa esse processo, conectando perigos, avaliação de riscos, medidas de prevenção e acompanhamento em uma estrutura aplicável à realidade da organização.

Base técnica principal NR-01 — Disposições Gerais e Gerenciamento de Riscos Ocupacionais Estrutura técnica orientada à prevenção, gestão e melhoria contínua das condições de trabalho.
01ReconhecerContexto, atividades e perigos ocupacionais.
02AvaliarAnálise e classificação dos riscos identificados.
03PriorizarDefinição técnica das necessidades de prevenção.
04ControlarMedidas, responsabilidades e plano de ação.
05AcompanharVerificação, revisão e melhoria do processo.
Prevention Architecture
EXC / ST.01
R / 01Inventário estruturado

Consolida perigos, riscos e informações necessárias ao processo decisório.

R / 02Plano orientado à ação

Transforma avaliação em medidas de prevenção, prioridades e acompanhamento.

R / 03Gestão contínua

O PGR acompanha mudanças, controles implementados e evolução da operação.

A aplicação do PGR deve considerar as características do estabelecimento, atividades, exposições e requisitos legais aplicáveis. O escopo técnico é definido conforme a realidade e a necessidade de cada organização.
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ST.02 / AET & NR-17
Ergonomics / Work Analysis

Compreender o trabalho real para construir condições mais adequadas.

A ergonomia conecta organização, atividade, exigências da tarefa e características dos trabalhadores. A análise técnica permite compreender como o trabalho acontece na prática, identificar fatores que demandam adequação e orientar intervenções coerentes com a realidade operacional.

EXC / Ergonomic Analysis LogicWork → Evidence → Improvement
01Contextualizar

Entender processo, atividade e população envolvida.

02Observar

Examinar como o trabalho é efetivamente realizado.

03Analisar

Relacionar exigências, condições e fatores relevantes.

04Recomendar

Definir adequações técnicas e organizacionais aplicáveis.

05Acompanhar

Apoiar implementação e evolução das melhorias.

AEP / INITIAL SCREENINGAvaliação Ergonômica Preliminar

Leitura inicial das situações de trabalho para identificar necessidades de prevenção e aprofundamento.

AET / DEEP ANALYSISAnálise Ergonômica do Trabalho

Aprofundamento técnico quando as características da situação exigem investigação ergonômica específica.

Technical Outputs
EXC / ST.02
E / 01Levantamento técnico

Caracterização das atividades e condições observadas.

E / 02Avaliação ergonômica

Identificação e análise dos fatores relacionados à atividade.

E / 03Recomendações

Diretrizes de adequação compatíveis com a realidade operacional.

E / 04Plano de melhoria

Priorização de ações e suporte à evolução das condições de trabalho.

O escopo da avaliação ergonômica é definido conforme as características das situações de trabalho e os requisitos aplicáveis. A necessidade de aprofundamento por AET deve ser estabelecida a partir da análise técnica do contexto avaliado.
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ST.03 / LTCAT
Technical Evidence / Occupational Exposure

Evidência técnica para caracterizar condições de exposição ocupacional.

O Laudo Técnico das Condições Ambientais do Trabalho — LTCAT registra tecnicamente as condições de trabalho e os agentes aos quais os trabalhadores podem estar expostos, oferecendo suporte documental para a caracterização previdenciária e para a consistência das informações ocupacionais da organização.

EXC / Technical Evidence Flow Environment → Exposure → Evidence

Da condição observada à informação técnica rastreável.

A construção do LTCAT exige coerência entre ambiente, atividade, exposição e critérios técnicos aplicáveis. O objetivo é produzir evidência documental compatível com as condições efetivamente avaliadas.

01 Caracterizar

Ambientes, funções, atividades e condições operacionais.

02 Reconhecer

Agentes e situações de exposição relevantes ao escopo.

03 Avaliar

Dados qualitativos e quantitativos conforme critérios aplicáveis.

04 Documentar

Conclusões técnicas, registros e elementos de rastreabilidade.

Information Integration
EXC / ST.03
I / 01 Levantamento técnico

Coleta e organização das informações necessárias à caracterização.

I / 02 Avaliações ocupacionais

Integração de dados qualitativos e quantitativos pertinentes ao escopo.

I / 03 LTCAT

Consolidação das condições ambientais e conclusões técnicas aplicáveis.

I / 04 PPP / registros

Suporte à coerência das informações ocupacionais e previdenciárias relacionadas.

O LTCAT possui finalidade previdenciária e não substitui, por si só, os documentos e programas de gerenciamento exigidos pela legislação trabalhista. Seu conteúdo e escopo devem refletir as condições efetivamente avaliadas e os requisitos aplicáveis ao caso concreto.
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ST.04 / PPP
Occupational Record / Traceability

Histórico ocupacional sustentado por dados consistentes e rastreáveis.

O Perfil Profissiográfico Previdenciário — PPP consolida informações administrativas, ambientais e ocupacionais relacionadas ao histórico laboral do trabalhador. Sua qualidade depende da coerência entre os registros da empresa, as avaliações técnicas e as informações previdenciárias transmitidas ao longo do vínculo.

EXC / Occupational Data Structure Record → Evidence → Traceability

Um registro que precisa contar a mesma história dos documentos técnicos.

A construção e conferência do PPP exigem consistência entre períodos, funções, atividades, agentes, avaliações e demais informações que sustentam o histórico ocupacional do trabalhador.

D.01 Vínculo e períodos Organização cronológica das informações relacionadas ao histórico laboral.
D.02 Funções e atividades Coerência entre cargo, função exercida e descrição das atividades.
D.03 Exposição ocupacional Informações compatíveis com avaliações e evidências técnicas existentes.
D.04 Responsabilidade técnica Referências aos profissionais e documentos que fundamentam os registros.
D.05 Registro previdenciário Consolidação das informações conforme os requisitos aplicáveis ao PPP.
Record Architecture
EXC / ST.04
01 Organizar

Reunir informações administrativas e ocupacionais pertinentes.

02 Confrontar

Verificar compatibilidade entre registros e documentação técnica.

03 Validar

Identificar inconsistências antes da consolidação das informações.

04 Consolidar

Estruturar o histórico ocupacional conforme o período aplicável.

05 Rastrear

Manter relação entre informação declarada e sua base documental.

Information Synchronization A consistência do PPP depende da integração entre registros administrativos, evidências técnicas e informações previdenciárias.
LTCAT→ Dados ocupacionais→ PPP→ eSocial / Previdência
Para períodos abrangidos pela obrigatoriedade do PPP em meio eletrônico, as informações previdenciárias devem observar os registros transmitidos pelos sistemas oficiais aplicáveis. A análise técnica deve considerar o período laboral e a legislação correspondente a cada situação.
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ST.05 / NR-15 & NR-16
Technical Assessment / Occupational Conditions

Critério técnico para avaliar insalubridade e periculosidade.

Os laudos técnicos relacionados às NR-15 e NR-16 analisam condições específicas de trabalho à luz dos critérios regulamentares aplicáveis. A avaliação exige reconhecimento da atividade, caracterização da exposição ou condição de risco, evidências de campo e fundamentação técnica compatível com cada enquadramento.

Axis / Occupational Exposure NR-15

Insalubridade

Avaliação das atividades e operações que possam envolver exposição a agentes ou condições previstas nos anexos da NR-15, observando os critérios técnicos correspondentes ao caso analisado.

15.01
Reconhecimento da atividadeCaracterização do trabalho e das condições efetivamente encontradas.
15.02
Agente / condiçãoIdentificação dos fatores pertinentes aos anexos aplicáveis.
15.03
Avaliação técnicaAnálise qualitativa ou quantitativa conforme o critério regulamentar.
15.04
Conclusão fundamentadaRegistro do enquadramento técnico com base nas evidências avaliadas.
Axis / Hazardous Activity NR-16

Periculosidade

Avaliação de atividades e operações perigosas abrangidas pela NR-16 e seus anexos, considerando a natureza da atividade, as condições de execução e os critérios específicos aplicáveis à situação analisada.

16.01
Caracterização operacionalEntendimento da atividade, processo e área em que o trabalho ocorre.
16.02
Condição de riscoIdentificação das hipóteses e critérios regulamentares pertinentes.
16.03
Análise de campoVerificação das condições reais e elementos técnicos necessários.
16.04
Conclusão fundamentadaCaracterização técnica conforme requisitos aplicáveis ao caso concreto.
Assessment Engine
EXC / ST.05
Technical Evaluation Logic Evidence Before Conclusion
01Definir escopo

Atividade, função, ambiente e objeto da avaliação.

02Inspecionar

Levantamento das condições reais de execução do trabalho.

03Avaliar

Aplicação dos critérios técnicos pertinentes ao enquadramento.

04Confrontar

Relação entre evidências encontradas e requisitos regulamentares.

05Concluir

Emissão de parecer técnico fundamentado e rastreável.

Technical Decision / Not Automatic

Enquadramento não nasce do nome do cargo.

A caracterização técnica depende das atividades efetivamente executadas, das condições encontradas, do tipo de exposição ou situação de risco e dos critérios estabelecidos na regulamentação aplicável.

Insalubridade e periculosidade possuem fundamentos e critérios próprios e não devem ser tratadas como conceitos equivalentes. A conclusão de cada avaliação depende das condições reais de trabalho e dos requisitos legais e regulamentares aplicáveis ao caso concreto.
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ST.06 / PCA
Hearing Conservation / Continuous Control

Conservação auditiva exige controle contínuo da exposição.

O Programa de Conservação Auditiva — PCA organiza ações voltadas à prevenção de alterações auditivas relacionadas à exposição ocupacional ao ruído, integrando avaliação do ambiente, medidas de controle, proteção, acompanhamento da saúde e orientação dos trabalhadores.

EXC / Prevention CycleExposure → Control → Follow-up

Uma arquitetura preventiva integrada à realidade da operação.

O programa deve organizar responsabilidades, critérios e ações de forma coerente com os riscos identificados e com os demais elementos de SST da organização.

01Reconhecer

Identificar atividades, grupos e situações com exposição ao ruído.

02Avaliar

Utilizar dados técnicos para compreender níveis e características da exposição.

03Controlar

Priorizar medidas preventivas e administrativas aplicáveis.

04Proteger

Gerenciar proteção auditiva quando necessária dentro da estratégia de controle.

05Monitorar

Acompanhar resultados, registros e necessidade de ajustes no programa.

Program Architecture
EXC / ST.06
P / 01Gestão da exposição

Integração das avaliações de ruído ao planejamento das ações preventivas.

P / 02Controles e proteção

Diretrizes para medidas de controle e uso adequado da proteção auditiva.

P / 03Capacitação

Orientação dos trabalhadores sobre risco, prevenção e responsabilidades.

P / 04Acompanhamento

Organização de indicadores, registros e revisão das ações implementadas.

Integrated Occupational Management O PCA ganha consistência quando dialoga com avaliação de riscos, controle da exposição e acompanhamento da saúde ocupacional.
PGR→Ruído→PCA→PCMSO
O escopo e as ações do PCA devem ser definidos conforme as características da exposição ocupacional, os controles existentes e os requisitos aplicáveis à organização. O programa deve funcionar de forma integrada à gestão de riscos e ao acompanhamento da saúde dos trabalhadores.
Próximo / PPR ↓
ST.07 / PPR
Respiratory Protection / Exposure Control

Proteção respiratória baseada em risco, seleção e controle.

O Programa de Proteção Respiratória — PPR estrutura critérios para o uso adequado de respiradores quando a proteção respiratória integra as medidas de prevenção. O programa conecta avaliação da exposição, seleção do equipamento, adequação ao usuário, treinamento, manutenção e acompanhamento da sua efetividade.

EXC / Protection Logic Hazard → Selection → Effectiveness

Proteção definida a partir da condição real de exposição.

A estruturação do PPR deve partir da avaliação dos riscos respiratórios e das medidas de controle existentes, estabelecendo critérios técnicos para seleção, utilização e gerenciamento dos respiradores necessários à atividade.

01Identificar

Reconhecer contaminantes, atividades e condições de exposição.

02Avaliar

Compreender características do risco e cenário operacional.

03Selecionar

Definir respirador apropriado segundo critérios técnicos aplicáveis.

04Implementar

Orientar uso, treinamento, inspeção, manutenção e controles.

05Verificar

Acompanhar aderência, registros e efetividade do programa.

Program Architecture
EXC / ST.07
P / 01Avaliação do risco

Leitura técnica das condições que demandam proteção respiratória.

P / 02Seleção e adequação

Critérios para escolha e compatibilidade do respirador com a atividade e o usuário.

P / 03Capacitação e uso

Orientações para utilização correta, limitações, inspeção e conservação.

P / 04Controle e registros

Documentação, responsabilidades, acompanhamento e revisão do programa.

Integrated Prevention System O PPR fecha a matriz ST.01–ST.07 reforçando uma lógica única: identificar riscos, controlar exposições, documentar decisões e monitorar resultados.
PGR→ Exposição→ Controle→ PPR
A proteção respiratória integra a estratégia de prevenção e deve ser definida conforme os riscos identificados, as medidas de controle existentes, as características da atividade e os critérios técnicos aplicáveis. A utilização de respiradores não substitui a análise e a implementação das demais medidas de prevenção cabíveis.
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SST / Integrated System
Technical Intelligence / Prevention Architecture

Documentos isolados atendem demandas. Sistemas integrados sustentam decisões.

A Segurança do Trabalho ganha consistência quando riscos, avaliações, laudos, registros e programas preventivos compartilham a mesma base técnica. A Excelência conecta esses elementos para reduzir divergências, ampliar a rastreabilidade e transformar obrigações documentais em uma estrutura contínua de prevenção.

EXC / Occupational Safety Architecture One Technical System / Multiple Evidence Layers
Integrated SST Network / EXCELÊNCIA
ST.01PGR / GRORiscos, inventário e plano de ação.
ST.02AET / NR-17Trabalho, ergonomia e adequações.
ST.03LTCATExposição e evidência previdenciária.
ST.04PPPHistórico e rastreabilidade ocupacional.
CORE / TECHNICAL GOVERNANCE Base técnica compartilhada Coerência entre campo, documentos, programas, registros e decisões.
ST.05NR-15 / NR-16Caracterização técnica das condições avaliadas.
ST.06PCAConservação auditiva e controle contínuo.
ST.07PPRProteção respiratória e gestão da exposição.
Management Logic
EXC / SST
01Identificar

Compreender perigos, atividades, exposições e contexto operacional.

02Avaliar

Produzir evidências técnicas compatíveis com cada necessidade.

03Controlar

Transformar diagnóstico em medidas de prevenção e adequação.

04Documentar

Manter registros coerentes com as condições efetivamente avaliadas.

05Monitorar

Acompanhar mudanças, resultados e necessidade de atualização.

Excelência / Integrated Occupational Safety Uma única lógica técnica conectando prevenção, conformidade, evidência e gestão ao longo de toda a operação.
SST / Integrated Intelligence
A composição dos serviços deve considerar as características, riscos e requisitos aplicáveis a cada organização. A integração não elimina a finalidade específica de cada documento ou programa; ela aumenta a consistência entre as diferentes camadas da gestão de SST.
Estruturar Segurança do Trabalho ↓
SST / Technical Engagement
Excelência Consultoria & Treinamento

Sua operação precisa de documentos. Mas precisa ainda mais de coerência técnica.

Conte com a Excelência para estruturar uma abordagem de Segurança do Trabalho conectada à realidade da operação, aos riscos identificados e às necessidades técnicas da organização. O ponto de partida é compreender o cenário antes de definir documentos, avaliações e programas.

Start / Technical Assessment SST / EXC

Vamos entender o cenário da sua organização?

Apresente sua necessidade, operação ou demanda de SST. A partir desse contexto, a equipe poderá direcionar a conversa para os serviços e avaliações compatíveis com o escopo identificado.

Engagement Logic
EXC / SST
01 / CONTEXTO Entender a demanda Operação, atividade, necessidade e cenário atual.
02 / ESCOPO Definir a abordagem Serviços, avaliações e requisitos pertinentes.
03 / EXECUÇÃO Produzir evidências Campo, análise, documentação e orientação técnica.
04 / CONTINUIDADE Sustentar a gestão Integração, atualização e melhoria contínua.

Cada contratação deve considerar as características e requisitos aplicáveis à organização. O escopo técnico é definido conforme a necessidade identificada e as condições efetivamente avaliadas.

Conformidade que protege. Estratégia que transforma.